ESPETÁCULOS VARIADOS COMPLEMENTAM A PROGRAMAÇÃO DO MS EM CENA NESTE SÁBADO


A Semana Cultural – MS EM CENA – 5ª. Representação prossegue sua programação com apresentações de grupos de Mato Grosso do Sul e de São Paulo. O público interessado deve retirar o ingresso com uma hora de antecedência no local das apresentações.
Foto do Espetáculo  “Tekoha – Ritual de vida e morte do deus pequeno”
Hoje, dia 12 de novembro, às 10h, na Feira Diurna, o espetáculo “Tekoha – Ritual de vida e morte do deus pequeno”, do Teatro Imaginário Maracangalha, de Campo Grande/MS. O espetáculo de rua narra a trajetória do líder indígena guarani Marçal de Souza e sua resistência histórica na luta pela terra e direitos dos povos indígenas.
Foto do Espetáculo “Coisas de menino-boneco”
Às 15h, no anfiteatro da UFMS, o espetáculo “Coisas de menino-boneco”, da Cia Clara Teatral, de Mogi das Cruzes/SP. Dois homens-meninos relembram suas infâncias apresentando através de objetos, instrumentos e canções a estória do Boneco de Pano, que vive situações dum dia de menino de forma divertida e poética, como assistir televisão e se apaixonar pela heroína do desenho animado, usar o sofá como cama elástica, ser um maestro para sua pipa, entre outras coisas mais.
No anfiteatro da UFMS, às 20h30, o espetáculo “Vida-dupla”, do grupo Via-Dupla, de Três Lagoas/MS. Trata-se da discussão sobre o corpo e sua comunicação interna e externa com o mundo.
Além disso, às 23h, na praça Ramez Tebet, a “Intervenção urbana – Cabines”, da Cia Teatro Pano de Fundo, de Penápolis/SP. Valsa nº 6, Navalha na Carne, Apocalipse 1-11. Três Cabines que coloca uma pessoa por vez, ao encontro de três personagens que se diferem pela dramaturgia de cada escritor, mas que, em cinco minutos de atuação, colocam o público (uma pessoa por vez) frente a frente com questionamentos dos valores humanos, como o submundo da prostituição, a loucura retratada através da esquizofrenia e os valores morais, sob os preconceitos da religião e seus paradigmas.
Foto do Espetáculo “Intervenção urbana – Cabines”
A semana cultural segue com apresentações teatrais diárias até o dia 13 de novembro. Três Lagoas: palco de espetáculos, plateia de emoções.

 
PROGRAMAÇÃO
  • SÁBADO – 12/11
10h
“TEKOHA – RITUAL DE VIDA E MORTE DO DEUS PEQUENO”
Teatro Imaginário Maracangalha – Campo Grande/MS
Local: Feira Diurna – Av. Rosário Congro
Gênero do Espetáculo: Teatro de rua
Autor do Texto: o grupo em processo colaborativo
Direção: Fernando Cruz
Elenco: Camila da Silva Brito, Mauro Guimarães, Elizangela de Oliveira, Emanuel Maier Rotilli, Anela Moraes Paes e Fernando Cruz
Sonoplastia: O grupo
Cenário: Zeduardo Calegari Paulino
Figurino: Ramona Rodrigues
Maquiagem: o grupo
Tempo de duração do espetáculo: 40 minutos
Classificação: Livre
Sinopse: “Tekoha – Ritual de vida e morte de Deus pequeno”, Teatro de Rua, narra a trajetória do líder indígena guarani Marçal de Souza e sai resistência histórica na luta pela terra e direitos dos povos indígenas.
Foto do Espetáculo “Tekoha – Ritual de vida e morte do deus pequeno”
Release: “Tekoha – Ritual de vida e morte de Deus pequeno”, Teatro de Rua, narra a trajetória do líder indígena guarani Marçal de Souza e sai resistência histórica na luta pela terra e direitos dos povos indígenas. A palavra que dá nome ao espetáculo, TEKOMA, tem um significado muito peculiar para o povo Guarani. “Teko” significa modo de estar, sistema, lei, hábito, costume. É no Tekoma que os guaranis vivem o seu modo de ser. O Teatro Imaginário Maracangalha faz da rua a representação deste espaço tão sagrado aos Guaranis. Sob direção do Diretor Teatral Fernando Cruz, os atores e atrizes Aniela Paes, Camilla Brito, Emanuel Mayer, Lika Rodrigues e Mauro Guimarães reúnem os elementos essenciais para a construção de uma leitura crítica sobre a luta guarani na América do Sul. A história de vida do líder Marçal de Souza tem a dramaturgia e encenação criada em processo colaborativo, tendo como linha condutora a vida, luta, morte e o conflito no julgamento, além de uma leitura contemporânea do papel das instituições sociais.

Foto do Espetáculo “Coisas de menino-boneco”
15h
“COISAS DE MENINO-BONECO”
Cia Clara Teatral – Mogi das Cruzes/SP
Local: Anfiteatro da UFMS – Unidade I
Gênero do Espetáculo: Teatro de Animação - Infantil
Autor do Texto: Rodrigo Romão Batista
Direção: Rodrigo Romão Batista
Manipulador: Maurício Luiz Sterchele
Música Original: Meyson
Sonoplastia: Meyson
Iluminação: Meyson, Rodrigo Romão Batista e Thalita Benigno Franco
Cenário: Rodrigo Romão Batista e Thalita Benigno Franco
Figurino: Thalita Benigno Franco
Tempo de duração do espetáculo: 40 minutos
Classificação: 2 a 10 Anos
Sinopse: Dois homens-meninos relembram suas infâncias apresentando através de objetos, instrumentos e canções a estória do Boneco de Pano, que vive situações dum dia de menino de forma divertida e poética, como assistir televisão e se apaixonar pela heroína do desenho animado, usar o sofá como cama elástica, ser um maestro para sua pipa, entre outras coisas mais.
Release: O espetáculo reflete sobre fatos corriqueiros do cotidiano de uma criança, como tomar um banho, assistir televisão, implicando em relações imaginárias com seu meio. Valorizando o jogo imaginário em que a criança dá novos significados aos objetos, através da brincadeira. Exemplificando no espetáculo com o sofá que se transforma em pula-pula, piano e cavalinho. A opção da utilização estética do boneco de pano é aproximar-se deste universo da criança, o boneco que é brincado, é o mesmo que brinca no transcorrer do espetáculo, uma exaltação do boneco e da criança em suas “funções infantis brincantes”. O espetáculo também é calcado em técnicas de animação de bonecos, mas de forma não convencional, através da teatralização: o jogo da criação teatral, aqui se utilizando de objetos que não conotam seu uso habitual, mas o uso sugestivo, imaginário lúdico, criativo, sensível do espetáculo. E as canções presentes no espetáculo são apresentadas como forma de precursão das situações na estória, divagando sobre a poeticidade da mesma, sobre contextos diversos duma forma humorada, crítica e poética e são executadas por um ator-manipulador-músico com instrumentos convencionais e outros criados com objetos que são usados no espetáculo.

20h30min
“VIDA-DUPLA” (Módulo Fomento)
Grupo Via-Dupla – Três Lagoas/MS
Local: Anfiteatro da UFMS – Unidade I
Gênero do Espetáculo: Drama (Performance)
Autor do Texto: Manoel de Oliveira
Direção: Manoel de Oliveira
Elenco: Manoel de Oliveira
Música Original: Grupo Via-Dupla
Sonoplastia: Grupo Via-Dupla
Iluminação: Manoel de Oliveira
Cenário: Grupo Via-Dupla
Figurino: Grupo Via-Dupla
Maquiagem: Grupo Via-Dupla
Tempo de duração do espetáculo: 30 minutos
Classificação: 16 Anos
Foto do Espetáculo “Vida-dupla”
Sinopse: Trata-se da discussão sobre o corpo e sua comunicação interna e externa com o mundo.
Release: Vida-dupla propõe discussões sobre diversos temas voltados aos desejos do corpo e domínio psicológico. A performance aborda as questões sobre: homossexualidade, preconceito, clareza sexual do individuo, a postura política no cumprimento de seu dever, dentro de uma sociedade que camufla seus pensamentos e permanece inerte diante outro. A formatação do espetáculo provoca os sentidos do espectador para um novo olhar. Inquietante busca mostra a verdade da alma numa libertação física quase “butoriana”. Surge a dúvida, a mente escraviza o corpo ou o corpo escraviza a mente?

23h
“INTERVENÇÃO URBANA - CABINES”
Cia Teatro Pano e Fundo – Penápolis/SP
Local: Praça Ramez Tebet
Gênero do Espetáculo: Drama
Autor do Texto: Adaptação livre
Direção: Luís Colevati
Elenco: Monika Norte, Janaina Violin e Douglas Caetano
Sonoplastia: Luis Colevati, Janaina Violin, Monika Norte
Cenário: A Cia
Figurino: A Cia
Maquiagem: O elenco, a Cia
Tempo de duração do espetáculo: 60 minutos
Classificação: 18 Anos
Foto do Espetáculo“Intervenção urbana – Cabines”
Sinopse: Valsa nº 6: Sonia é uma menina que acaba de completar 15 anos e tem uma obsessão pela Valsa nº 6, de Chopin. No desenrolar da história, a adolescente vai revelando uma teia de assassínio, um adultério, dupla personalidade, alucinações e conflitos entre o real e o imaginário. A juventude, sobretudo na fronteira entre a meninice e a adolescência, é de integral tragicidade. Nunca uma criatura é tão mágica como nessa fase de transição. Navalha na Carne: Retrato naturalista do submundo brasileiro em que as gírias, a violência das relações humanas, a situação opressora e a luta de cada personagem constroem um quadro cuja dramaticidade sobrevive ao tempo. A intervenção pode ser vista como metáfora dos mecanismos de poder entre classes sociais brasileiras. Apocalipse 1-11: Através de um “culto” (não se sabe realmente a quem) o chamado “Diabo”, levanta insultos sobre a verdade quase absoluta da religião, confrontando diretamente seu criador, e oferecendo ao espectador uma outra vertente e suas escolhas.
Release: Três Cabines que coloca uma pessoa por vez, ao encontro de três personagens que se diferem pela dramaturgia de casa escritor, mas que em cinco minutos de atuação, colocam o público (uma pessoa por vez) frente a frente com questionamentos dos valores humanos, como o submundo da prostituição, a loucura retratada através da esquizofrenia e os valores morais, sob os preconceitos da religião e seus paradigmas.

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